Atenção

Serviços de remessa ao exterior driblam tarifa de banco

 FERNANDA PERRIN – 15/08/2016

 

As altas tarifas cobradas pelos bancos para envio de remessas ao exterior criaram um mercado atrativo para empresas interessadas em oferecer opções mais baratas no envio de dinheiro a dependentes fora do país.

Com uma propaganda com forte apelo antibancos, a Transferwise, start-up criada em 2011 no Reino Unido, criou um sistema em que o dinheiro é transferido entre países, mas sem cruzar nenhuma fronteira. A operação no Brasil começou neste ano.

A empresa cobra 2,5% sobre o valor enviado, no qual já está incluso 0,38% de IOF).

Não há desconto de Imposto de Renda retido na fonte porque a Transferwise presume que a finalidade da transferência seja para manutenção de dependente no exterior -tipo de remessa que a lei isenta de tributação-, afirma Jo White, diretora de comunicação da empresa.

Isso também desobriga a start-up de exigir que o cliente apresente documentação que comprove que o dinheiro está sendo enviado com esse propósito. A situação, porém, impõe um teto diário de US$ 3.000 para as transferências, que só podem ser feitas entre pessoas físicas.

Os principais destinos das remessas de brasileiros são Irlanda, Portugal, Espanha e Austrália, diz White.

Entre os bancos, as tarifas para esse tipo de transação partem de R$ 90, mais IOF.

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