Educação por quem entende

Brasil criou bomba fiscal na educação, diz diretora do Banco Mundial

 

A legislação brasileira que deveria proteger os professores armou uma bomba para as contas públicas e criou uma armadilha para a categoria, afirma a diretora global de Educação do Banco Mundial, Claudia Costin.

Tirar o professor da sala de aula em 30% de sua jornada, como determina a lei do piso nacional do magistério, vai exigir, “no limite, um terço a mais de professores”.

Na prática, dificultará a melhoria dos salários, afirma Costin, que foi secretária de Educação do Rio, na gestão de Eduardo Paes (PMDB).

Em entrevista em São Paulo, Costin defendeu que, para melhorar a qualidade da educação, o país tem que ter coragem de “comprar as brigas necessárias”.

Dentre elas estão a formação profissionalizante dos professores, a didática como critério de seleção e o estabelecimento de metas claras, com avaliações. “A métrica tem que ser o aprendizado do aluno. Este é o foco.”

 

Leia a entrevista na íntegra aqui.

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